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	<title>www.neriovenson.com.br</title>
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	<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 13:55:04 +0000</pubDate>
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		<title>O mito da riqueza</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 13:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[Vivemos uma cultura do enriquecimento. Há uma verdadeira indústria da riqueza. A ilusão de que se pode enriquecer rápida e facilmente é vendida aos quatro ventos. Basta ver as centenas de livros e os milhares de sites que surgiram nos últimos anos prometendo milagres. 
O que alimenta essa indústria é a idéia de que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos uma cultura do enriquecimento. Há uma verdadeira indústria da riqueza. A ilusão de que se pode enriquecer rápida e facilmente é vendida aos quatro ventos. Basta ver as centenas de livros e os milhares de sites que surgiram nos últimos anos prometendo milagres. </p>
<p>O que alimenta essa indústria é a idéia de que as pessoas precisam ser ricas para serem felizes e que a riqueza garante a felicidade. Em busca da felicidade as pessoas trabalham como loucas, apostam em jogos e negócios arriscados, largam empregos para criar seu próprio negócio sem orientação e planejamento, prejudicam sua saúde, fazem dívidas impagáveis e até cometem ilicitos para atingir seu objetivo. </p>
<p>As pesquisas indicam, entretanto, que poucas pessoas conseguem enriquecer pelo seu próprio empenho. É claro que qualquer pessoa pode enriquecer. Mas há um preço, um esforço a empreender. E será que todos estamos dispostos a esse custo? As evidências mostram que não.</p>
<p>E então? Seremos todos infelizes por não sermos ricos?</p>
<p>Precisamos impedir que idéias como essa penetrem nossa mente, pois elas acabam influenciando nosso comportamento e nossa sensação de bem-estar e felicidade.</p>
<p>Busquemos em primeiro lugar uma vida financeira saudável e feliz. E se quiseremos aumentar nossa riqueza, tudo bem. Com muito estudo, trabalho e um bom planejamento isso poderá se tornar realidade. Mas, não esqueçamos de viver. As boas coisas da vida, aquilo que realmente vale a pena, não custa nada, é de graça.</p>
<p>(Leia também o capítulo I - Felicidade Financeira, do livro Os Sete Hábitos das Pessoas Financeiramente Felizes) <a href="http://www.neriovenson.com.br">Comprar</a></p>
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		<title>Decisão fundamental para a felicidade financeira</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2010/02/17/decisao-fundamental-para-a-felicidade-financeira/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 17:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[Nossa felicidade financeira depende fundamentalmente da escolha de uma das seguintes opções:
a) gastar tudo que ganhamos;
b) manter um planejamento financeiro e gastar com sabedoria.
Essa é a decisão básica que devemos tomar na nossa vida. Dela depende nosso sucesso e bem-estar financeiro.
Se você gasta tudo que o ganha, como vai se virar quando surge um imprevisto? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa felicidade financeira depende fundamentalmente da escolha de uma das seguintes opções:<br />
a) gastar tudo que ganhamos;<br />
b) manter um planejamento financeiro e gastar com sabedoria.</p>
<p>Essa é a decisão básica que devemos tomar na nossa vida. Dela depende nosso sucesso e bem-estar financeiro.<br />
Se você gasta tudo que o ganha, como vai se virar quando surge um imprevisto? Provavelmente terá que recorrer a empréstimos.  E terá que fazer sacrifícios para pagá-los depois.<br />
Se você gasta tudo que o ganha, como será quando você não puder mais trabalhar? Será que a renda Previdência Social será suficiente?<br />
Se você gasta tudo que o ganha, provavelmente não terá dinheiro para cuidar preventivamente da sua saúde. E o que fará se ficar doente?<br />
Se você gasta tudo o que ganha, e não sobra nada, como vai realizar seus sonhos? </p>
<p>Quando você planeja a sua vida, tudo fica mais fácil. Você está preparado para os imprevistos, porque tem reservas financeiras. Com planejamento, você pode decidir quando poderá se aposentar e até mesmo quanto será sua renda. Você viverá mais tranquilo. Se você tem um bom plano de saúde, provavelmente fará consultas e exames regulamente para manter sua saúde em dia. Seus sonhos? Ora, se você evitar despedícios com juros, compras e gastos desnecessárias, você poderá guardar dinheiro para realizar todos os seus sonhos.</p>
<p>Como vê, a nossa felicidade financeira começa com a primeira decisão: Vou gastar sem planejamento? ou vou gastar com sabedoria e poupar uma parte do que ganho, planejando uma vida tranquila e a realização dos meus sonhos?</p>
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		<title>Como fazer um bom orçamento doméstico</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2010/01/19/como-fazer-um-bom-domestico/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 12:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[Um bom orçamento doméstico (pessoal ou familiar) pode ser bem simples. Mais importante que sua complexidade, é a forma como ele é contruído e os conceitos que lhe dão sustentação. 
Um conceito fundamental é que os orçamentos foram inventados para realizar projetos, e não para cortar gastos.
Sendo assim, o foco de nosso orçamento deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom orçamento doméstico (pessoal ou familiar) pode ser bem simples. Mais importante que sua complexidade, é a forma como ele é contruído e os conceitos que lhe dão sustentação. </p>
<p>Um conceito fundamental é que os orçamentos foram inventados para realizar projetos, e não para cortar gastos.</p>
<p>Sendo assim, o foco de nosso orçamento deve ser a consecução de nossos objetivos. É claro que, se você tem uma montanha de dívidas, a prioridade é liquidá-las. Mas, não dá pra ficar só resolvendo problemas; é preciso realizar nossos sonhos. Isto é o que realmente nos dará motivação para continuar. </p>
<p>Outro conceito fundamental é que você deve pagar-se em primeiro lugar, quer dizer, você deve guardar uma parte da sua renda antes de começar a pagar contas do mês e gastar. Isso deve estar bem claro no seu orçamento. Faça um planejamento, decida quanto vai poupar todos os meses e não considere essa parte como renda disponível quando elaborar seu orçamento.  </p>
<p>Há duas razões importantes para isso: </p>
<p>1) Não adianta tentar poupar o que sobra, porque isso não funciona.<br />
2) Se você ajustar suas despesas à renda líquida, qualquer despesa extra fará seu orçamento &#8220;estourar&#8221;, e você começará a perder o controle. E você dificilmente realizará seus sonhos. </p>
<p>Por isso, um bom orçamento deve ter em sua estrutura básica três elementos: Rendas, Poupar/Investir, Despesas*. </p>
<p>Mais algumas dicas:</p>
<p>- Sua renda pode ser considerada de três formas:</p>
<p><strong>1ª - Renda Bruta</strong>. É a soma de todos os seus rendimentos brutos, sem considerar descontos como INSS, IRRF, Empréstimos consignados, etc. É a renda total, como se não houve esses descontos.</p>
<p><strong>2ª - Renda Liquida</strong>. É a renda bruta deduzida dos descontos compulsórios, como INSS e IRRF. Atenção: A sua renda liquida pode não ser aquela que aparece no seu contracheque. Se você tem descontos de empréstimo, por exemplo, esse valor deve ser somado à sua renda liquida (e também lançado na parte de despesas, como gasto, para &#8216;fechar&#8217; seu orçamento). Em resumo, a Renda liquida é a Renda bruta menos os descontos compulsórios (obrigatórios).</p>
<p><strong>3ª - Renda Disponível</strong>. É a renda liquida deduzida dos valores que você decidiu poupar ou investir. Esse é o valor real que você deve considerar ao fazer o seu orçamento. Se você deseja poupar para realizar seus sonhos, precisa fazer essa distinção entre renda liquida e renda disponível para orçamento, e adequar suas despesas à renda disponível.</p>
<p>- Em relação às despesas:</p>
<p>1) Se você tem prestações, separe a parcela referente ao valor original daquela que se refere aos juros. Por exemplo, se você comprou um refrigerador em 20 prestações de R$ 150,00, e o valor à vista era 2.000 reais, então, em cada prestação 100 reais é a parcela principal (e você deve lançar como compra de eletromésticos) e 50 é juros (deve lançar como despesas financeiras). Fazendo dessa forma, ou seu orçamento estará lhe mostrando não só a quantidade, mas a qualidade de seus gastos, e ajudando você a eliminar os verdadeiros desperdícios de dinheiro.</p>
<p>2) Se precisar fazer cortes, concentre-se em eliminar os desperdícios, em vez de cortar despesas com prazer e supérfluos (veja artigo Supérfluos e Desperdicios, de 11ago2009). </p>
<p>(*) Veja modelo de orçamento  em  www.neriovenson.com.br - download.
</p>
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		<title>Orçamento doméstico</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2010/01/12/orcamento-domestico/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 17:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[O orçamento doméstico é uma ferramenta importante para quem deseja manter as finanças organizadas e realizar seus sonhos. Essas são, na essência, as funções de um orçamento.
Mas se você recorre ao orçamento apenas para resolver problemas financeiros é  bem provável que não obtenha o sucesso desejado, por uma série de razões:
a) Pode estimular a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O orçamento doméstico é uma ferramenta importante para quem deseja manter as finanças organizadas e realizar seus sonhos. Essas são, na essência, as funções de um orçamento.</p>
<p>Mas se você recorre ao orçamento apenas para resolver problemas financeiros é  bem provável que não obtenha o sucesso desejado, por uma série de razões:</p>
<p>a) Pode estimular a cobrança entre os membros da família, interferindo no relacionamento exatamente na hora em que a harmonia familiar é imprescindível para a superação da crise.</p>
<p>b) Não indica os verdadeiros desperdícios de dinheiro. O controle orçamentário (previsão e acompanhamento) mostra QUANTO a família gasta, mas não mostra claramente os DESPERDÍCIOS EMBUTIDOS nos gastos. </p>
<p>c) Por razão do item b, as pessoas se concentram em REDUZIR gastos em vez de MELHORAR A QUALIDADE das despesas. Assim, acabam cortando despesas com prazer, conforto e bem estar, enquanto poderiam até aumentar esses gastos se eliminassem os verdadeiros despedicios.</p>
<p>A verdade é que poucas famílias conseguem manter o orçamento doméstico por mais de quatro meses. Se você consegue, parabéns!</p>
<p>Mas se já está cansado de tentar, saiba que não é preciso fazer um orçamento detalhado para manter as contas em ordem. </p>
<p>Se você desenvolver os hábitos de <strong>Poupar em primeiro lugar</strong>. <strong> Pagar sempre à vista </strong> e  <strong> Planejar</strong>, mantendo uma lista de seus desejos, certamente não precisará mais do que meia folha de papel para fazer seu Orçamento Familiar ou Pessoal. </p>
<p>Em vez de cortar despesas, concentre-se em melhorar a qualidade de seus gastos e evitar desperdícios. Descubra como <strong> Gastar com sabedoria</strong>. Assim, você viverá melhor, sua conta de poupança aumentará e seus sonhos - que pareciam impossíveis - começarão a se realizar. </p>
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		<title>Viver sem dívidas 2</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2009/11/11/viver-sem-dividas-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[É possível viver sem dívidas. São muito poucas as situações em que somos obrigados a recorrer ao crédito. E se você tiver o hábito de planejar e de manter reservas financeiras para imprevistos, é provável que nunca precise se endividar, mesmo no caso de emergências. 
Para viver sem dívidas a primeira estratégia é Planejar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível viver sem dívidas. São muito poucas as situações em que somos obrigados a recorrer ao crédito. E se você tiver o hábito de planejar e de manter reservas financeiras para imprevistos, é provável que nunca precise se endividar, mesmo no caso de emergências. </p>
<p>Para viver sem dívidas a primeira estratégia é Planejar a Vida. &#8220;Deixar a vida me levar&#8221;, quando se trata de finanças, não é nada recomendável. Se você define suas metas e estabelece prazos, pode realizar tranquilamente todos os seus sonhos. Quando você não planeja, gasta com o que não precisa e desperdiça com juros. Insisto nisso porque é a principal causa dos problemas financeiros: as pessoas dizem que não têm dinheiro e que ganham pouco, mas desperdiçam o pouco que ganham com juros nas compras a prazo. </p>
<p>Sugiro que faça uma lista dos seus desejos. Depois organize-os por prioridades. Estabeleça prazos. Verifique os recursos (financeiros, profissionais, etc.) que tem a disposição e os que precisa desenvolver. Faça ajustes no seu planejamento se necessário, mas mantenha-se firme, disciplinado e focado nos seus objetivos. Não se deixe influenciar pelas belas propagandas, nem pela pressão de familiares e amigos. Lembre-se que as pessoas gostam de nos dar palpites mas não pagam nossas contas. Mantenha-se fiel ao seu planejamento e conquiste cada sonho com tranquilidade.</p>
<p>A segunda grande estratégia é, claro, Comprar à vista. Resista à tentação de parcelar, de adiar o pagamento, de usar o cartão de crédito e o limite do cheque especial. Se você é &#8220;viciado&#8221; em prestações, sugiro que - para treinar um novo comportamento - comece a pagar apenas com o cartão de débito. Se tiver dinheiro, compra; senão, não compra. Simples assim.</p>
<p>Depois de algum tempo, você já estará habituado ao novo comportamento e tudo se tornará muito natural. E você ainda terá a grata satisfação de perceber que poderá comprar muito mais, convertendo em prazer, bem-estar e conforto aquele dinheiro que desperdiçava com juros e taxas. Você verá que muitos daqueles sonhos, que estava adiando por falta de dinheiro, poderão se tornar realidade.</p>
<p>E como se livrar da dívidas atuais? Bem, esse é assunto para os proximos artigos.</p>
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		</item>
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		<title>Viver sem dívidas 1</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2009/11/06/viver-sem-dividas-1/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[Diante de tantas opções de crédito, de tanta propaganda, de tantas facilidades para pagar em prestações, criou-se uma falsa sensação de que é impossível viver sem dívidas. 
Essa crença é perigosa, porque acabamos achando normal - e até vantajoso - comprar tudo a prazo e diferir o pagamento de nossas obrigações. É uma crença que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de tantas opções de crédito, de tanta propaganda, de tantas facilidades para pagar em prestações, criou-se uma falsa sensação de que é impossível viver sem dívidas. </p>
<p>Essa crença é perigosa, porque acabamos achando normal - e até vantajoso - comprar tudo a prazo e diferir o pagamento de nossas obrigações. É uma crença que nos causa cegueira, porque acabamos não vendo o quanto desperdiçamos do nosso rico e suado dinheirinho com os custos embutidos nas parcelas.</p>
<p>Não sou contra o crédito. Ele tem sua função. É um recurso, um intrumento. O mal está em usá-lo como &#8220;produto&#8221;. Isso mesmo, hoje em dia nós estamos &#8220;comprando crédito&#8221;.  Tanto que algumas financeiras falam em &#8220;vender um crédito consignado&#8221;, &#8220;vender um financiamento de carro&#8221; e coisas semelhantes.</p>
<p>E o crédito é um &#8220;produto&#8221; caro, muito caro. Não é à toa que lojas se tornaram &#8220;bancos&#8217;. É muito mais rentável vender crédito do que vender outros produtos. E quando vendem, não querem que você pague à vista. </p>
<p>Ora, por que não? Pense bem: por que receber um pouco por mês se pode receber tudo agora, hoje? É óbvio que existe uma razão.</p>
<p>Não se iluda: não existe essa coisa de &#8220;10x sem juros&#8221;. Pesquise em outras lojas, na internet: você encontrará o mesmo produto por um preço bem mais em conta. </p>
<p>(Continua no próximo artigo)</p>
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		</item>
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		<title>Causas do desequilibrio financeiro 4</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2009/11/04/causas-do-desequilibrio-financeiro-4/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[Conclusão
Lembre-se que a sua situação financeira atual é resultado de três fatores:
1) A forma como você decide seus gastos:
- Você vai levando a vida, gasta tudo que ganha (ou mais do que ganha), não controla seus gastos, gasta por impulso e antecipa a realização dos seus sonhos (tornando-os pesadelos com infindáveis prestações generosamente recheadas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conclusão</p>
<p>Lembre-se que a sua situação financeira atual é resultado de três fatores:</p>
<p>1) A forma como você decide seus gastos:<br />
- Você vai levando a vida, gasta tudo que ganha (ou mais do que ganha), não controla seus gastos, gasta por impulso e antecipa a realização dos seus sonhos (tornando-os pesadelos com infindáveis prestações generosamente recheadas de juros),<br />
ou<br />
- Você é uma pessoa que tem objetivos e planeja a realização do seus sonhos, sabe onde quer chegar e organiza-se para conquistar suas metas e vai construindo aos poucos seu projeto de vida.</p>
<p>2) Seus conhecimentos sobre dinheiro:<br />
- Você não tem paciência para pesquisar preços, para pedir descontos, para calcular as melhores condições; prefere pagar em prestações do que &#8220;perder tempo&#8221; poupando, etc., etc.,<br />
 ou<br />
- Você dá valor a cada centavo que conquistou, e procura não desperdiçá-lo, mas convertê-lo em prazer, bem-estar e conforto; não cai das armadilhas das belas propagandas, procura comprar à vista e sabe calcular o prejuizo embutido nas compras em prestações e no uso do crédito para consumo. </p>
<p>3) Seu estado psicoemocional<br />
- Você é uma pessoa carente (mesmo que não saiba nem admita), que precisa ser (auto)agradada com presentinhos (e presentões) para se sentir aceita e valorizada, tem necessidade de manter status, de ostentar, de presentear outras pessoas sem motivo aparente para obter aceitação e reconhecimento&#8230;,<br />
ou<br />
- Você é uma pessoa focada nos seus objetivos, segura de que seu valor não depende das posses nem da aparência externa; valoriza as pessoas pelo que elas são e é capaz de fazer amigos e de amar e ser amada naturalmente pelas suas atitudes, pelo respeito e pelo afeto que dedica às outras pessoas.</p>
<p>Qualquer pessoa pode ter uma vida financeira saudável e feliz, independentemente da renda. Sugiro a leitura do capítulo II do livro Os Sete Hábitos das Pessoas Financeiramente Felizes: A ESSÈNCIA DA FELICIDADE FINANCEIRA.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Causas do desequilibrio financeiro 3</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2009/11/03/causas-do-desequilibrio-financeiro-3-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[A terceira causa do desequilibrio financeiro é:
3) Aspectos emocionais
Nossas decisões financeiras são fortemente influenciadas pelas emoções e sentimentos. O desequilibrio financeiro está frequentemente associado a algum tipo de desequilibrio emocional ou carência afetiva: problemas de autoestima, estados depressivos, sentimentos de culpa e vergonha, ansiedade e preocupações, necessidades de aceitação e reconhecimento, manutenção do status.
As questões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira causa do desequilibrio financeiro é:</p>
<p>3) Aspectos emocionais</p>
<p>Nossas decisões financeiras são fortemente influenciadas pelas emoções e sentimentos. O desequilibrio financeiro está frequentemente associado a algum tipo de desequilibrio emocional ou carência afetiva: problemas de autoestima, estados depressivos, sentimentos de culpa e vergonha, ansiedade e preocupações, necessidades de aceitação e reconhecimento, manutenção do status.</p>
<p>As questões emocionais influenciam a vida financeira assim como a situação financeira afeta os estados emocionais. Por isso, problemas de ordem psicológica podem ter origem na situação financeira e vice-versa. É preciso que as duas questões sejam tratadas.</p>
<p>É tal a importância das questões emocionais que dediquei ao assunto dois capítulos no livro Os Sete Hábitos das Pessoas Financeiramente Felizes. Entendo que não basta dizer às pessoas O QUE FAZER, mas, sobretudo COMO FAZER. </p>
<p>No capítulo XII - Lidando com aspectos Psicoemocionais, trato de questões como impulso e compulsão, crenças e valores, sentimentos de culpa, inveja, vergonha, ansiedade. Nesse mesmo capitulo você vai encontrar algumas sugestões para driblar as estratégias usadas pelos vendedores para convencê-lo a comprar o que você não precisa. </p>
<p>No capítulo XIII - Lidando com seu poder mental, você vai encontrar uma série de técnicas de Programação Neurolinguistica para acelerar o desenvolvimento de novos e saudáveis hábitos financeiros, para mudar rapidamente conceitos e referência mentais, e para gerenciar emoções. </p>
<p>Necessidades de consumo, status e ostentação são apenas máscaras que escondem frustrações emocionais relacionadas a desejos de aceitação, reconhecimento e segurança. A solução não está nas coisas materiais, não está no exterior nem nas outras pessoas. Está dentro de nós. Aprender a lidar com as emoções é uma estratégia importante para conquistar bem-estar e sucesso, inclusive sucesso financeiro.</p>
<p>(Continua no próximo)</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Causas do desequilibrio financeiro 2</title>
		<link>http://blog.neriovenson.com.br/2009/10/30/causas-do-desequilibrio-financeiro-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[2) Falta de conhecimento financeiro
Essa é a segunda causa do desequilibro das finanças pessoais e familiares. Pouca gente gosta de lidar com matematíca. Economia, finanças, contabilidade… Nem pensar! 
Um conhecimento básico sobre matemática financeira é essencial. Saber como calcular taxas de juros, descontos, porcentagem e algumas coisinhas mais já basta para não ser enganado.
Não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2) Falta de conhecimento financeiro</p>
<p>Essa é a segunda causa do desequilibro das finanças pessoais e familiares. Pouca gente gosta de lidar com matematíca. Economia, finanças, contabilidade… Nem pensar! </p>
<p>Um conhecimento básico sobre matemática financeira é essencial. Saber como calcular taxas de juros, descontos, porcentagem e algumas coisinhas mais já basta para não ser enganado.</p>
<p>Não é preciso fazer faculdade de economia ou matemática. Conheço algumas pessoas idosas que não passaram mais que dois ou três anos na escola e deixam mestres e doutores na poeira quando se trata de cálculos financeiros. </p>
<p>Com informação financeira você facilmente perceberá as armadilhas por trás de mensagens do tipo: “Dez vezes sem juros”, “Juros pela metade”, “Com IPI reduzido”, “A primeira só em Dezembro”, etc, etc, etc.</p>
<p>Estudar o mercado de capitais, saber como funciona a bolsa de valores, entender a diferença entre renda fixa e renda variável, tudo isso é importante. Mas, se você não tiver dinheiro para investir, não adianta muito. É claro que você pode ser um consultor de investimentos e trabalhar para outras pessoas… Pois é&#8230;</p>
<p>Antes de mais nada, concentre-se em melhorar a qualidade dos seus gastos. Se quiser ser um investidor, precisa ter dinheiro. Pode começar com pouco. Mas você só terá sucesso se parar de desperdiçar seu rico dinheirinho com encargos das dívidas e gastos desnecessários. </p>
<p>(Continua)</p>
<p>Leia também: OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS FINANCEIRAMENTE FELIZES </p>
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		<title>Causas do desequilibrio financeiro 1</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nério Venson</dc:creator>
		
		<category>Inteligência Financeira</category>

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		<description><![CDATA[São três as principais causas do desequilibrio financeiro.
1) Ausência de objetivos e planejamento. 
Para planejar é preciso ter objetivos. Uma coisa é sonhar, querer, desejar; outra coisa é ter objetivos. Estes pressupõem planejamento: definição de metas, prazos, recursos e plano de ação. 
Quando não temos objetivos, não planejamos e &#8220;deixamos a vida nos levar&#8221;. Compramos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São três as principais causas do desequilibrio financeiro.</p>
<p>1) Ausência de objetivos e planejamento. </p>
<p>Para planejar é preciso ter objetivos. Uma coisa é sonhar, querer, desejar; outra coisa é ter objetivos. Estes pressupõem planejamento: definição de metas, prazos, recursos e plano de ação. </p>
<p>Quando não temos objetivos, não planejamos e &#8220;deixamos a vida nos levar&#8221;. Compramos o que não precisamos, pagamos mais caro, arrumamos um monte de dívidas e desperdiçamos com juros. E mais, acabamos náo realizando nossos grandes sonhos.</p>
<p>A falta de objetivos e planejamento não faz mal apenas à saúde financeira; ela afeta a nossa felicidade. Quem não planeja dificilmente realiza seus sonhos. Por isso, pode tornar-se uma pessoa frustrada e infeliz. </p>
<p>O planejamento não precisa ser complicado. Ele deve até ser bem simples. O importante é ter em mente quais são os seus desejos, estabelecer prioridades e o elaborar um plano de ação. </p>
<p>(Continua no próximo artigo)</p>
<p><em>(Leia também o Capitulo VII (PLANEJAR A VIDA) do Livro OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS FINANCEIRAMENTE FELIZES.</em></p>
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